Uma menina negra sem-teto encontrou um bilionário inconsciente, com seu bebê nos braços, trazido pelas ondas, e então…
Numa noite de tempestade em Eden Bay, Anna, uma menina negra de seis anos sem-teto, encontrou um homem inconsciente na beira da praia, segurando um bebê nos braços.
As ondas os puxavam de volta para o mar, e Anna sabia que eles morreriam se ela não agisse.

Ela sacudiu o homem, mas ele não acordava. O bebê estava gelado e assustadoramente imóvel. Apesar do medo, Anna tomou uma decisão: não os deixaria ali.
Com toda a sua força, arrastou-os até seu pequeno abrigo na favela onde vivia com sua avó doente, a Vovó D.
Quando a avó os viu, correu para ajudar, colocando o homem em uma maca e limpando seus ferimentos. Mas o bebê continuava imóvel.
Horas depois, o homem acordou, sussurrando um nome — Henry — e perguntando pelo filho.
Quando Anna contou que o bebê havia desaparecido, ele foi tomado pela dor e pela confusão. No sofrimento, chegou a acusá-la de ter levado a criança.
Anna explodiu em lágrimas. — Eu não machuquei ele — chorou. — Só tentei salvar vocês.
A Vovó D a confortou, dizendo que ela havia feito a coisa certa. O homem, agora chamado David, pediu desculpas por tê-la acusado.
À medida que se recuperava, contou a elas sobre seu filho perdido, Henry, e sobre a traição que o levou à ruína.
Logo, rumores sobre a sobrevivência de David se espalharam por Eden Bay. O xerife Bolton declarou-o fugitivo, e cartazes de procurado surgiram por toda parte.

Muitos acreditaram nas mentiras, mas Anna decidiu permanecer ao lado de David.
Quando outra tempestade caiu sobre a cidade, Anna prometeu que não deixaria que ele fosse levado.
Segurando o relógio que David lhe dera, sentiu a esperança voltar.
Ao amanhecer, a tempestade passou, mas a luta deles estava apenas começando.
Juntos, Anna e David avançaram para proteger a verdade, honrar a memória de Henry e lutar por um futuro livre de mentiras.
